terça-feira, 13 de agosto de 2013
Direto de Montevidéu
terça-feira, 18 de junho de 2013
#VerásQueUmFilhoTeuNãoFogeALuta
Foi com essa hashtag que as capitais mais populosas do Brasil, iniciaram suas
manifestações hoje, como continuidade das que começaram na semana passada pelo
aumento das passagens de ônibus na cidade de São Paulo. As demais capitais
também fizeram seu protesto, por conta da repressão da Polícia Militar do
Estado de São Paulo, que nos lembrou da Ditadura Militar que governou o Brasil
com mãos de ferro de 1964 a 1885. A presidenta Dilma Rousseff foi vaiada na
Abertura da Copa das Confederações, o povo protestou no Estádio Mané Garrincha
e no Maracanã, sempre com a truculenta ação das Polícias Militares. O que
aconteceu com o povo brasileiro?
Uma coisa me chamou a atenção
hoje: no protesto de Brasília, um jovem de 17 anos (pelo Estatuto da Juventude,
já aprovado no Senado e volta para a Câmara, o jovem é dos 15 aos 29 anos) era
quem coordenava o protesto, mostrando que cada vez mais precoce a juventude
volta ao cenário nacional.. Em Belém, São Paulo, Rio de Janeiro, Porto Alegre,
Belo Horizonte, Salvador e em todo o local onde aconteceram as manifestações,
os jovens são a imensa maioria nesses protestos, que se iniciou com o aumento
da passagem e se tornou por vários
outros motivos: PEC 37, Qualidade nos Serviços Públicos ( Saúde, Educação,
Transporte Público etc), corrupção, os gastos na construção de Estádios de
Futebol, Contra a Copa da FIFA, entre outros motivos. Mas um sentimento era
único entre os manifestantes: Não pode ficar assim e temos como melhorar!
A Juventude retoma ao
protagonismo das manifestações no Brasil. Isso mostra que a juventude está
viva, demonstrando as suas insatisfações, clamando por mudanças estruturais na
política pública brasileira. São próprios da juventude esses desejo por
melhoras na sociedade onde estão inseridos. Há 20 anos não havia um movimento nessas
proporções ( o último foi o Fora Collor, que pedia a saída do Presidente da
República).
Está de parabéns a Juventude do
Brasil. A voz foi ouvida. Um poeta baiano chamado Castro Alves, no século XIX
disse que "A praça é do povo, como o céu é do condor". Que ocupemos
pacificamente todos os espaços necessários para que nosso protesto seja ouvido.
Nas palavras de João, em sua primeira carta universal, há uma frase no capítulo
2, versículo 14 que diz: “Jovens, eu vos escolhi porque sois fortes e já venceram
o mal.” O Gigante acordou.
A Juventude
despertou e descobriu que se estiver unida pode transformar o Brasil numa nação
verdadeiramente livre.
terça-feira, 30 de abril de 2013
Senado Brasileiro Aprova o Estatuto da Juventude
A Juventude Brasileira deu um
grande passo na garantia de direitos com a aprovação do Estatuto da Juventude,
uma lei que transforma a política pública de juventude em prioridade do Estado.
Em 16 de abril de 2013, o Senado brasileiro, uma das duas casas legislativas do
Brasil aprovou o texto do Estatuto da Juventude, que já havia sido aprovado
pela Câmara dos Deputados, mas com as mudanças aprovadas no Senado, o texto
volta à casa de origem. Em 2011, foi inserido a Constituição da República o
termo juventude como ser que passa contar com a proteção do Estado, através da
Emenda Constitucional 65.
O Estatuto concede direitos a
meia-entrada em eventos culturais bem como duas passagens gratuitas e duas
meias-passagens em transporte terrestre interestadual. Também cria o Sistema
Nacional da Juventude e garante direitos tais como a educação, cultura,
trabalho decente, a vida, a liberdades dentre outros. A aprovação projeto foi
acompanhada pelos mais diversos campos de atuação de juventude, representadas
por suas entidades: trabalhista,
estudantis, político-partidárias, gênero, religiosas, dentre outros que,
juntamente com o Conselho Nacional de Juventude e da Secretaria Nacional de
Juventude da Presidência da República, estiveram bem perto dos senadores para
garantir esse diploma legal.
A batalha ainda continua. O texto
precisa de nova aprovação na Câmara dos Deputados, que hoje conta com 513
representantes dos 26 Estados brasileiros e o Distrito Federal. Depois de aprovado
na Câmara, a lei segue para ser sancionada pela Presidenta da República, Dilma
Rousseff.
Essa é uma vitória importante de
toda juventude do Brasil. Entrando em vigor, os jovens, que pela lei é todo
aquele que tem idade entre 15 e 29 anos, essa parcela importante da sociedade,
cerca de 52 milhões de brasileiros são jovens, passa a contar com a proteção
oficial do Estado. A lei também define a criação de conselhos de juventude em
todos os municípios brasileiros. Enfim, é um grande avanço!
Podemos assim, depois de nove
anos tramitando no Congresso Nacional (e perdendo uma geração), a juventude do
Brasil pode enfim dizer em alto e bom som que tem uma lei que lhe dá direitos,
contando com o apoio do Estado.
Que essa possa ser modelo para
que todos os países tenham programas estatais de juventude, lhe dando direitos
e lhe assegurando a vida.
Igor Bonan
Membro do Conselho
Nacional de Juventude do Brasil
Primeiro Secretário da
Juventude Batista Brasileira
Rio de Janeiro - Brasil
(Publicado no site www.juventudconvoz.org mantido pelo PNUD - ONU)
Manifesto da Juventude Batista Brasileira para os Direitos da Juventude ao Trabalho Decente
Neste dia 01 de maio de 2013, quando a
Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) completa 70 anos de garantias de
direitos dos trabalhadores, e é comemorado o Dia Internacional do Trabalho, a
Juventude Batista Brasileira traz à tona este manifesto por melhores condições
de trabalho para a juventude do Brasil. Em pleno Século XXI vemos jovens
trabalhadores escravizados, no submundo do trabalho, mal remunerados, na informalidade,
com jornadas de trabalho exaustivas e doentes precocemente.
Nas
Escrituras Sagradas, dentre as muitas declarações sobre o trabalho, destacamos
as seguintes:
“Pois comerás do
trabalho das tuas mãos; feliz serás e te irá bem.” Salmo 128.2
“Aí daquele que
edifica a sua casa com iniqüidade, e os seus aposentos com injustiça; que serve
do seu trabalho do seu próximo sem remunerá-lo e não lhe dá salário.”
Jeremias 22.13
“Digno é o trabalhador
do seu salário.” Lucas 10.7
Dessa
maneira nos manifestamos:
1 1- Por
condições decentes de trabalho para a juventude brasileira;
2- Que os jovens trabalhadores recebam remuneração digna por sua função;
3- Por maior respeito, por parte dos empregadores, às legislações trabalhistas e previdenciárias;
4- Fortalecimento das ações de promoção, prevenção, vigilância e atenção integral à saúde dos jovens trabalhadores (física e psicológica);
5- Garantia que o jovem trabalhador tenha uma carga de trabalho menor, sem prejuízos nos vencimentos, para que o mesmo possa se qualificar melhor para o mercado e tenha acesso à cultura;
6- Que os jovens trabalhadores do campo tenham reconhecimento e acesso aos diversos meios e serviços do Estado, para que vivam e trabalhem no campo, incluído aí acesso à educação, lazer, tecnologias de informação, entre outros;
7- Maiores subsídios do Estado para o fortalecimento da agricultura familiar e agroecologia, diminuindo a exposição dos jovens trabalhadores rurais aos agrotóxicos, considerando os danos que estes químicos causam à saúde;
8- Equidade nas condições de trabalho de jovens trabalhadores e trabalhadoras, incluindo equiparação do salário de jovens trabalhadores e trabalhadoras, distribuição equânime de postos e cargos de trabalho, etc.;
9- Acesso aos Sistemas de Créditos, com condições especiais para financiar estudos, moradia, bens e a ter seu próprio negócio;
10- Garantia de trabalho a todas as juventudes do Brasil, sobretudo, aos jovens em situação de vulnerabilidade social;
11- Acesso de jovens negros ao mercado de trabalho e não discriminação de jovens a vagas de emprego por qualquer motivo (classe social, gênero, cor, orientação sexual);
12- Vigilância dos órgãos fiscalizadores por descumprimento das leis trabalhistas do Brasil, incluindo a lei do estágio e as condições dos trabalhadores jovens na informalidade.
2- Que os jovens trabalhadores recebam remuneração digna por sua função;
3- Por maior respeito, por parte dos empregadores, às legislações trabalhistas e previdenciárias;
4- Fortalecimento das ações de promoção, prevenção, vigilância e atenção integral à saúde dos jovens trabalhadores (física e psicológica);
5- Garantia que o jovem trabalhador tenha uma carga de trabalho menor, sem prejuízos nos vencimentos, para que o mesmo possa se qualificar melhor para o mercado e tenha acesso à cultura;
6- Que os jovens trabalhadores do campo tenham reconhecimento e acesso aos diversos meios e serviços do Estado, para que vivam e trabalhem no campo, incluído aí acesso à educação, lazer, tecnologias de informação, entre outros;
7- Maiores subsídios do Estado para o fortalecimento da agricultura familiar e agroecologia, diminuindo a exposição dos jovens trabalhadores rurais aos agrotóxicos, considerando os danos que estes químicos causam à saúde;
8- Equidade nas condições de trabalho de jovens trabalhadores e trabalhadoras, incluindo equiparação do salário de jovens trabalhadores e trabalhadoras, distribuição equânime de postos e cargos de trabalho, etc.;
9- Acesso aos Sistemas de Créditos, com condições especiais para financiar estudos, moradia, bens e a ter seu próprio negócio;
10- Garantia de trabalho a todas as juventudes do Brasil, sobretudo, aos jovens em situação de vulnerabilidade social;
11- Acesso de jovens negros ao mercado de trabalho e não discriminação de jovens a vagas de emprego por qualquer motivo (classe social, gênero, cor, orientação sexual);
12- Vigilância dos órgãos fiscalizadores por descumprimento das leis trabalhistas do Brasil, incluindo a lei do estágio e as condições dos trabalhadores jovens na informalidade.
Somos
uma nação com 52 milhões de jovens que precisam trabalhar! Muitas vezes esses
jovens sustentam suas casas e por isso deixam de estudar. Precisamos mudar essa
realidade. O Estatuto da Juventude, que ainda carece de aprovação na Câmara dos
Deputados e da Sanção Presidencial é uma luz que brilha no fundo de um extenso
túnel. Jesus Cristo, filho de carpinteiro, valorizava os trabalhadores, tanto é
que, seus discípulos eram todos trabalhadores: pescadores, funcionários
públicos, fazedores de tendas, entre outros. Essa é uma questão essencial:
trabalho decente e bem remunerado a juventude.
Que
esse 01 de maio, Dia Internacional do Trabalho, nós possamos, como juventude,
defender as leis já conquistadas e caminhar para outras proposições que
garantam direitos sólidos a todos os jovens trabalhadores do Brasil. É do
Apóstolo João a seguinte afirmação: “Jovens,
eu vos escrevi, porque sois forte, e a Palavra de Deus permanece em vós e já
vencestes o Mal.” 1Jo 2.14
Com
a força que temos e na total dependência de Deus!
Juventude
Batista Brasileira
(Redação: Igor Bonan, Luis Leão e Fellipe dos Anjos)
segunda-feira, 28 de janeiro de 2013
Vida que Segue!
Como é triste ver imagens como essas da tragédia ocorrida na cidade gaúcha de Santa Maria. Jovens que na mais tenra idade perdem suas vidas de forma tão lamentável. A dor não é só de uma cidade, mas de todo o país. Pessoas lamentando, realmente, uma comoção nacional. O mundo inteiro destacando o acontecido.
Nesse momento, minhas preces estão sendo direcionadas a Deus pelas famílias que perderam seus entes queridos. Que o Pai Celeste dê a eles o conforto, a paz que vem do alto. Todos estamos expostos a qualquer tipo de tragédias. Lembro em Nova Friburgo, minha cidade natal, em 2011, pessoas morreram dormindo. Como sabiamente disse a presidenta Dilma Rousseff, antes de sair do Chille, de forma emocionada: "Eu queria dizer à população do nosso país e de Santa Maria o quanto, nesse momento de tristeza, estamos juntos. E necessariamente iremos superar, mantendo a tristeza".
As responsabilidades devem ser apuradas e os culpados sejam exemplarmente punidos. Sabemos que nada substituirá as vidas daquelas mais de duas centenas de jovens, talentos perdidos tão precocemente, mas nossa solidariedade aos familiares deve ser uma forma de cobrar as autoridades para que isso não se repita.
A vida segue. Estamos de luto!
"Se o trovão e o mar se erguendo vêm
Sobre a tempestade eu voarei
Sobre as águas Tu também és Rei
Descansarei, pois sei que és Deus."
Sobre a tempestade eu voarei
Sobre as águas Tu também és Rei
Descansarei, pois sei que és Deus."
terça-feira, 22 de janeiro de 2013
Voluntariado para as Copas das Confederações e do Mundo
Já está disponível o Cadastramento para Voluntários para as Copas das Federações e Copa do Mundo. Eu já me inscrevi.
Quer se inscrever também? Para ser voluntario basta ter a partir de 18 anos e vontade de utilizar seu tempo para contribuir com o desenvolvimento das atividades durante a Copa das Confederações nas 6 cidades-sede! Pelo site www.brasilvoluntario.gov.br você faz sua inscrição.
Coloque-se a disposição! Quem sabe não nos encontramos por aí!
A Participação de Jovens No CONJUVE
A Juventude Brasileira sempre desempenhou um papel
protagonista. A sua própria independência de Portugal em 1822 foi declarada
pelo jovem Dom Pedro I, que a época tinha 22 anos e tornou-se o primeiro
imperador do Brasil. Na história brasileira, vemos uma juventude que sempre
lutou por seus direitos. E foi uma dessas lutas que o governo do Brasil, sob a
presidência de Luis Inácio Lula da Silva, atendendo a reivindicação do
movimento social institucionalizou as políticas para juventude criando a
Secretaria Nacional de Juventude e o Conselho Nacional de Juventude, ambas
vinculadas a Secretaria Geral da Presidência da República Federativa do Brasil.
O Conselho tem, entre suas atribuições, a de formular e
propor diretrizes voltadas para as políticas públicas de juventude, desenvolver
estudos e pesquisas sobre a realidade socioeconômica dos jovens e promover o
intercâmbio entre as organizações juvenis nacionais e internacionais. Quanto a
sua formação, o conselho é composto de sessenta pessoas, sendo que um terço é
formado por membros dos mais diversos Ministérios do Governo Brasileiro e dois
terços por membros da sociedade civil organizada. Destes, são representados por
jovens de todos os tipos de movimentos: Estudantis, Político-Partidário,
Gênero, Religiosos, Afro-descendentes, Jovens com Deficiência Física, Jovens de
Povos Tradicionais, entre outros. A sede do Conselho é Brasília, capital do
Brasil, mas as reuniões acontecem em outras cidades como Rio de Janeiro,
Salvador, Foz do Iguaçu, em períodos diversos. A presidência do Conselho é
dividida, um ano preside um membro indicado pelo governo, no outro ano o
Conselho é presidido por um membro da sociedade civil. A vice-presidência
alterna-se também desta forma. Atualmente preside o Conselho a Ângela
Guimarães, Secretária-Adjunta da Secretaria Nacional de Juventude,
representando o Governo Federal. Existem também comissões permanentes:
Parlamento, Articulação e Diálogo e Acompanhamento de Políticas Públicas e
Comunicação.
O Programa Nacional de Jovens (Projovem) surgiu, na sua
primeira versão, em 2005, na mesma época em que foi criada a Secretaria
Nacional de Juventude e o Conselho Nacional de Juventude. O Programa foi
estruturado para atender a uma das dimensões da Política Nacional de Juventude,
que é a dimensão da inclusão, contemplando os jovens de 15 a 29 anos que não
tinham ensino fundamental, estavam fora da escola e do mercado de trabalho. De
2005 a 2007, o Projovem Original atendeu mais de 240 mil jovens nas capitais e
regiões metropolitanas do país. Na época, podiam participar jovens de 18 a 24
anos, sem o ensino fundamental, mas que tivessem cursado até a 4ª série. Além
disso, os alunos não podiam ter emprego formal, com carteira assinada.
A Conferência Nacional de Juventude, que reuniu jovens de
todo Brasil, organizada pela Secretaria Nacional de Juventude e pelo Conselho
Nacional de Juventude. As etapas preparatórias da Conferência ocorreram ao
longo de oito meses, mobilizando mais de 402 mil pessoas em todo o país. Essas
etapas incluíram a realização das pré-conferências, conferências regionais,
municipais, conferências estaduais, conferências livres e a consulta aos povos
e comunidades tradicionais. As conferências livres e a consulta aos povos e
comunidades tradicionais foram a grande inovação de todo o processo. As
conferências livres permitiram que qualquer grupo interessado discutisse o tema
e enviasse suas propostas para o encontro nacional. Já aconteceram duas
conferências que envolveram cerca de meio milhão de jovens.
Após a 1ª Conferência Nacional de Juventude, o Conselho
lançou a proposta do Pacto pela Juventude, com o objetivo de dar visibilidade e
colocar em prática as resoluções e prioridades definidas no encontro. Para
isso, o Conselho, com o apoio da Secretaria Nacional de Juventude, articulou um
conjunto de ações para sensibilizar governantes e candidatos, estimulando-os a
assinar um documento, comprometendo-se com o fortalecimento das políticas
públicas de juventude, tendo como referência as 22 prioridades definidas pela
Conferência. Em 2012, com eleições nos municípios brasileiros foi lançado em
Salvador, no Estado da Bahia a segunda edição do Pacto pela Juventude, com
excelentes resultados.
Muitas lutas foram vencidas por este conselho, como por
exemplo, a Emenda a Constituição 65 de 2010 que, reconhece o jovem como grupo a
ter proteção do Estado e garantindo o direito à vida, à saúde, à alimentação, à
educação, ao lazer, à profissionalização, à cultura, à dignidade, ao respeito,
à liberdade e à convivência familiar e comunitária, além de colocá-los a salvo
de toda forma de negligência, discriminação, exploração, violência, crueldade e
opressão.
Essa emenda, instituí que fosse elaborado o Estatuto da
Juventude, dispondo sobre os direitos dos jovens, os princípios e diretrizes
das políticas públicas de juventude, o estabelecimento do Sistema Nacional de
Juventude. O Estatuto da Juventude põe em prática os deveres do Estado,
garantidos pela Constituição do Brasil a toda juventude do país. É uma lei que
em muito irá beneficiar aos jovens que carecem de qualquer auxílio. E coloca o
Estado Brasileiro na vanguarda em direitos de juventude.
O próximo desafio é a aprovação do Senado Federal, uma vez
que a Câmara dos Deputados já aprovou. Como no Brasil o sistema legislativo é
Bicameral, necessita desta segunda aprovação.
O Conselho Nacional de Juventude é bastante aguerrido e luta
com todo seu potencial para que a juventude brasileira possa ter uma vida
bastante diferente do que no passado. É uma juventude disposta ao sacrifício e
que deixa sua marca nas políticas públicas de juventude.
Nossa experiência vem da convergência. Só a união estatal e
dos movimentos sociais podem trazer os benefícios de que a juventude necessita.
No Brasil tem dado certo. Nossas ações tem sido no sentido de que, as políticas
públicas possam estar a disposição de todos, independente de condição
financeira, credo, gênero, cor. A juventude ganha e o país é favorecido.
Igor Bonan / Jornalista
Membro do Conselho Nacional de Juventude e secretário da
Juventude Batista Brasileira
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